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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Atividade 1.8 Resultado do Projeto de Pesquisa

Atividade 1.7 Pesquisa por Projeto


<span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0">Projeto</span>: O Uso proveitoso da Tecnologias

Projeto: O Uso proveitoso da Tecnologias

Considerando os diversos recursos tecnológicos de ensino disponível e aplicadas a educação, têm exigido que o professor, se adapte para utilizá-los em suas aulas, objectivando com isso, o interesse e aumentar o rendimento escolar dos alunos. Com isto a EE “Carlos Hugueney” conta com vários recursos tecnológicos como: TV, Dvd, vídeo, reto-projector, data-show, e um laboratório de informática educativa. Este projeto objectiva desenvolver o uso proveitoso dessas tecnologias por professores de todas as disciplinas, alunos e a comunidade circunvizinha, formando assim o hábito de assistir as programações educativas, oportunizando u

m contato prazeroso com o ensino.

O projeto teve sua implantação durante todo o ano letivo de 2006. Este novo recurso tecnológico auxilia na geração de novas formas de comunicação entre os alunos e o mundo que, consequentemente, capacita novas possibilidades de interação entre alunos e outros aprendizes.




Atividade 1.6 O Uso dos Recursos Tecnologicos na Prática Pedagógica.




Acredito que identidade profissional docente é construída a todo instante no decorrer da atividade laboral. Além disso, é necessário que o professor colabore com mais essa tarefa. Fazer este exercício demanda buscas, pesquisas que o levem a compreender os labirintos do “seu” ser humano.
Os diferentes contextos educacionais, as especialidades de sua formação académica, as diferentes culturas, a filosofia, a educação e a pedagogia articuladas com a filosofia e sociedade são caminhos que o professor precisa percorrer para não perder-se em si mesmo. Neste contexto de atuação docente, que compreende a teoria e a prática, está o aluno (a quem eu vou chamar de “avaliado”) apresentando-nos, segundo, minhas avaliações, seus acertos, falhas, erros, enganos, pontos positivos e negativos. Nesta soma, tenho como resultado, a minha própria atuação. Contudo, eu ainda o olho como olho para mim - um ser incompleto, que vive aprendendo a cada instante e que passa por inúmeras avaliações. Gostamos de avaliar. Avaliamos sim! Rigorosa e radicalmente Penso que é porque queremos saber o que somos e o que estamos fazendo com nosso saber. Queremos medir a nossa capacidade de agente transmissor para que no ato de ensinar esteja implícita a responsabilidade de saber se sei ensinar. Quando o aluno me aprende, identifico-me com ele, ressalto sua inteligência, alegrando-se com a minha. Isto porque tendemos a ver as coisas com outros olhos, com os olhos da lógica do sentido próprio. Com resultados positivos, seu mundo intelectual se alarga, se clarifica, foge do senso-comum sobre ensino aprendizagem. O que quero lhes dizer é que a atuação profissional dificilmente terá um peso maior do que o peso do resultado de avaliações que fazemos. Portanto, tudo isso e outras coisas, alimentam mais ainda a construção da identidade docente como um todo. É a única justificativa que pode sinalizar uma mudança na figura da identidade do professor, ou seja, quanto mais reconhecimento e respeito perante a sociedade em geral o “avaliado” conquistar mais tendem-nos revelar sobre a reconstrução da nossa identidade. Isso não acontece num estalo. Esta conquista pode levar o tempo da movimentação da sociedade. Uma vida profissional sem as experiências avaliativas, torna se oca. (isto tem a ver com a afirmação de Wittgenstein – “o signo é a senha da linguagem”, 1951), clareza, compreensão, criatividade, raciocínio crítico e imaginação - vivências, conflitos, problemas, trocas de idéias. -, é o que pode ampliar a linguagem e culturas, solidificando a visão de mundo profissional do educador de modo geral. Neste caminhar que compreende o exercício da teoria e prática avaliativa, o professor terá muito mais possibilidade de se conhecer, de se aceitar. Como pessoa que ainda não tem identidade selada pode afirmar que é nas coisas, nos fatos, e nos objetos mais simples que podemos encontrar o conhecimento consistente e real do significado da nossa profissão, à essência das coisas estão expostas “nele” e em mim. Sócrates afirmara que “... só sei que nada sei...”. Como ilustre pensador reconhecera que não sabia muita coisa diante da extensa e imensa complexidade do conhecimento humano. Contudo, não era á toa que ele indagava as pessoas, os escravos de sua época em relação às questões atemporais e outras. Quero lhes dizer que Sócrates tinha plena consciência de suas limitações. Por isso continuava na busca da compreensão do homem, da vida, sua sociedade. Um outro pensamento socrático com muita simplicidade, mas com um peso de extrema profundidade e ampliação indagava “conhece a ti mesmo?”. Pelo que dá a entender é que o ser humano não se conhece profundamente, desconhece sua verdadeira origem, não sabe para onde vai... – Ainda mais quando se aventura a ensinar alguém... Quando avalia alguém... Caminhar nessa direção para encontrar algumas saídas no labirinto da identidade profissional, é conveniente que o “avaliado” continue sendo parte sua.





Tecnologias existentes na EE "Carlos Hugueney"

Atividade 1

Postura da Escola diante das Novas Tecnologias

Postura da Escola diante das Novas Tecnologias.

A tecnologia na educação requer um olhar mais abrangente, envolvendo novas formas de ensinar e de aprender condizentes com o paradigma da sociedade do conhecimento. Os compormissos com as questões educacionais tem sido ampliado através de váiras formas de organização, incluindo aquelas que fazem uso da tecnologia para superar os limites de espaço e tempo de modo a propiciar a pessoas de diferentes idades, classes sociais e regiões tenham acesso a informação e possam vivenciar diveras maneiras de representar o conhecimento. Os principios que privilegiam a contrução do conhecimento, o aprendizado requer dos profissionais novas competências e atituldes para desenvolver uma pedagogia relacional que possam tornar-se significativas para o aprendiz sem perder de vista o foco educacional.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Reflexões sobre a identidade do professor na sociedade atual.



Acredito que identidade profissional docente é construída a todo instante no decorrer da atividade laboral. Além disso, é necessário que o professor colabore com mais essa tarefa.
Fazer este exercício demanda buscas, pesquisas que o levem a compreender os labirintos do “seu” ser humano. Os diferentes contextos educacionais, as especialidades de sua formação acadêmica, as diferentes culturas, a filosofia, a educação e a pedagogia articuladas com a filosofia e sociedade são caminhos que o professor precisa percorrer para não perder-se em si mesmo. Neste contexto de atuação docente, que compreende a teoria e a prática, está o aluno (a quem eu vou chamar de “avaliado”) apresentando-nos, segundo, minhas avaliações, seus acertos, falhas, erros, enganos, pontos positivos e negativos. Nesta soma, tenho como resultado, a minha própria atuação. Contudo, eu ainda o olho como olho para mim - um ser incompleto, que vive aprendendo a cada instante e que passa por inúmeras avaliações. Gostamos de avaliar. Avaliamos sim! Rigorosa e radicalmente Penso que é porque queremos saber o que somos e o que estamos fazendo com nosso saber. Queremos medir a nossa capacidade de agente transmissor para que no ato de ensinar esteja implícita a responsabilidade de saber se sei ensinar. Quando o aluno me aprende, identifico-me com ele, ressalto sua inteligência, alegrando-se com a minha. Isto porque tendemos a ver as coisas com outros olhos, com os olhos da lógica do sentido próprio. Com resultados positivos, seu mundo intelectual se alarga, se clarifica, foge do senso-comum sobre ensino aprendizagem. O que quero lhes dizer é que a atuação profissional dificilmente terá um peso maior do que o peso do resultado de avaliações que fazemos. Portanto, tudo isso e outras coisas, alimentam mais ainda a construção da identidade docente como um todo. É a única justificativa que pode sinalizar uma mudança na figura da identidade do professor, ou seja, quanto mais reconhecimento e respeito perante a sociedade em geral o “avaliado” conquistar mais tendemo-nos revelar sobre a reconstrução da nossa identidade. Isso não acontece num estalo. Esta conquista pode levar o tempo da movimentação da sociedade. Uma vida profissional sem as experiências avaliativas, torna se oca. (isto tem a ver com a afirmação de Wittgenstein – “o signo é a senha da linguagem”, 1951), clareza, compreensão, criatividade, raciocínio crítico e imaginação - vivências, conflitos, problemas, trocas de idéias. -, é o que pode ampliar a linguagem e culturas, solidificando a visão de mundo profissional do educador de modo geral. Neste caminhar que compreende o exercício da teoria e prática avaliativa, o professor terá muito mais possibilidade de se conhecer, de se aceitar. Como pessoa que ainda não tem identidade selada pode afirmar que é nas coisas, nos fatos, e nos objetos mais simples que podemos encontrar o conhecimento consistente e real do significado da nossa profissão, à essência das coisas estão expostas “nele” e em mim. Sócrates afirmara que “... só sei que nada sei...”. Como ilustre pensador reconhecera que não sabia muita coisa diante da extensa e imensa complexidade do conhecimento humano. Contudo, não era á toa que ele indagava as pessoas, os escravos de sua época em relação às questões atemporais e outras. Quero lhes dizer que Sócrates tinha plena consciência de suas limitações. Por isso continuava na busca da compreensão do homem, da vida, sua sociedade. Um outro pensamente socrático com muita simplicidade, mas com um peso de extrema profundidade e ampliação indagava “conhece a ti mesmo?”. Pelo que dá a entender é que o ser humano não se conhece profundamente, desconhece sua verdadeira origem, não sabe para onde vai... – Ainda mais quando se aventura a ensinar alguém... Quando avalia alguém... Caminhar nessa direção para encontrar algumas saídas no labirinto da identidade profissional, é conveniente que o “avaliado” continue sendo parte sua.

Educação e Tecnologia

A tecnologia na educação requer um olhar mais abrangente, envolvendo novas formas de ensinar e de aprender condizentes com o paradigma da sociedade do conhecimento. Os compormissos com as questões educacionais tem sido ampliado através de váiras formas de organização, incluindo aquelas que fazem uso da tecnologia para superar os limites de espaço e tempo de modo a propiciar a pessoas de diferentes idades, classes sociais e regiões tenham acesso a informação e possam vivenciar diveras maneiras de representar o conhecimento. Os principios que privilegiam a contrução do conhecimento, o aprendizado requer dos profissionais novas competências e atituldes para desenvolver uma pedagogia relacional que possam tornar-se significativas para o aprendiz sem perder de vista o foco educacional.

Minha Apresentação


Olá sou Alachelma, sou técnica do Laboratório de Informática Educativa da escola carlos Hugueney.Estou muito feliz com o início desse curso, e espero que todos gostem e aprofeite esta oportunidade.Bjussss... E bom curso a todos.

Atividade 1- Quem sou eu como professor aprendiz.

Quem sou eu como professor aprendiz?


Como professor e aprendiz, posso me considerar uma pessoa que se atualiza a cada dia, pois não somos conhecedores da verdade e sempre aprendemos algo com os nossos alunos. Na minha atuação como professora de sala de Informática Educativa, procuro desenvolver metodologias que despertem o interesse dos alunos em busca do novo. Como sabemos que a Informática é um ponto de partida para viajar no mundo da Tecnologia, busco inserir os meus alunos em um vôo mais alto e fantástico através do lúdico, proporcionado pela Tecnologia. Minhas práticas em sala de informática objetivam despertar o interesse dos alunos de forma prazerosa para que os mesmos tenham o hábito de se informatizar. Este trabalho precisa ser desenvolvido de forma flexível, para propiciar a contribuição dos alunos, uma vez que antes de iniciarmos qualquer atividade, falamos sobre o assunto, fazemos questionamentos e contextualizandos com sua realidade.
Como professora devo estar aberta às novas formas de desenvolver meu trabalho. Estamos nos deparando com novas formas de aprender e nos relacionar com o conhecimento, ao mesmo tempo devemos estar preparando nossos alunos para esse novo contexto no qual estão inseridos. Assim, todos nós devemos nos qualificar para enfrentar esses e outros desafios que se seguirão.